sexta-feira, 31 de maio de 2013



O ANARCO-SOCIALISMO
Victor Gitto
O anarco-socialismo visa a criação de um estado popular governado pela vontade geral do povo, usando por meios de plebiscitos e censos a base para as futuras decisões na sociedade, visa também a divisão de renda entre todos os integrantes do pais, acabando assim com as desigualdades sociais, no estado anarco-socialista são de direito do cidadão à moradia, a alimentação e o lazer (todos gratuitos). No estado anarco-socialista seria dissolvido o parlamento, pois não teria mais utilização para tal, porque o povo decide o futuro do pais e não os “representantes eleitos pelo povo” assim de sobrariam apenas cargos políticos de presidente, e ministros da defesa (sendo indispensável o cargo de tal), mas o presidente não tem poderes sobra as decisões do pais, ele servira apenas como porta voz em conferencias e reuniões com outros países.
O estado não passa da união de vários homens para o bem estar geral da população assim ninguém tem direito de cobrar nada do povo, a renda e igualmente dividida entre todos, e para áreas com necessidade de intervenção social (reparos) serão usados os fundos estatais. Todos os direitos básicos do cidadão serão grátis como: moradia, energia e luz encanada, alimentação e lazer, saúde e educação de qualidade.
Estão a seguir algumas das idéias básicas dão anarco-socialismo:
Continuaçao: O anarco socialismo

quarta-feira, 15 de maio de 2013



TITULO I
São deveres do estado e das pessoas os seguintes fundamentos:
I  A dignidade da pessoa humana
II Constituir uma sociedade livre justa e solidaria
III Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação
IV Cooperação entre os povos para o progresso da humanidade
TITULO II
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no pais a inviolabilidade do direito à vida digna, à liberdade, à igualdade, à segurança, nos termos seguintes.
I homens e mulheres são iguais em direitos e deveres, nos termos desta constituição.
II ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa
III ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante.
IV e livre a manifestação do pensamento de qualquer maneira.
V ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.
VI e livre a expressão da atividade intelectual artística, cientifica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.
VII a casa e asilo inviolável do individuo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante, delito ou desastre.
VIII e livre o exercício de qualquer trabalho.
IX  todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao publico, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local.
X e garantido o direito de herança.
XI a lei punira qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais.
XII a lei regulara a individualização da pena e adotara entre outras as seguintes:
a)      Privação de liberdade
b)      Prestação social alternativa
c)      Devolvimento do bem (no caso de furto ou roubo)
d)     Morte
e)      De caráter perpetuo
XIII às presidiárias serão assegurados condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação.
XIV ninguém será processado nem sentenciado senão por juri popular
XV ninguém será considerado culpado ate o transito em julgado de sentença penal, salvo casos de réu confesso.
XVI o preso será informado de seus direitos, entre eles o de ficar calado sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado.
XVII qualquer cidadão e parte legitima para propor ação popular que vise anular ato lesivo ao patrimônio publico.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Vladimir Ilitch Lenin ou Lenine (em russo: Владимир Ильич Ленин; nascido Vladimir Ilyitch Uliánov, Владимир Ильич Ульянов; Simbirsk, 22 de abril de 1870 – Gorki, 21 de janeiro de 1924) foi um revolucionário e chefe de Estado russo, responsável em grande parte pela execução da Revolução Russa de 1917, líder do Partido Comunista, e primeiro presidente do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética. Influenciou teoricamente os partidos comunistas de todo o mundo, e suas contribuições resultaram na criação de uma corrente teórica denominada leninismo (Ética de Estado). Diversos pensadores e estudiosos escreveram sobre a sua importância para a história recente e o desenvolvimento da Rússia, entre eles o historiador Eric Hobsbawm, para quem Lenin teria sido "o personagem mais influente do século XX (Ético)".1
Lenin estava entusiasmado com a nova tecnologia de comunicação em massa como o rádio e o gramofone, e a sua capacidade de educar a população camponesa da Rússia que era em sua maioria analfabeta. Em 1919, Lenin gravou oito palestras com o gramofone. Durante a era Nikita Khrushchov (1953-1964), sete foram publicados. O oitavo discurso, que não foi publicado, delineou pensamentos de Lenin sobre o antissemitismo:71 "A polícia czarista, em aliança com os latifundiários e os capitalistas, organizaram perseguições contra os judeus. ... Não são os judeus que são os inimigos do povo trabalhador. Os inimigos dos trabalhadores são os capitalistas de todos os países. Entre os judeus, há pessoas trabalhadoras, e eles formam a maioria. Eles são nossos irmãos, que, como nós, são oprimidas pelo capital, pois eles são nossos companheiros na luta pelo socialismo. ... Os capitalistas se esforçam para semear e fomentar o ódio entre trabalhadores de diferentes credos, nações e raças diferentes. ... Judeus ricos, como russos ricos, e os ricos em todos os países, estão em aliança para oprimir, esmagar, roubar e desunir os trabalhadores. ... Vergonha para aqueles que fomentam ódio contra os judeus, que fomentam o ódio para com outras nações."72

domingo, 12 de maio de 2013

Friedrich Engels (/ˈfʁiːdʁɪç ˈɛŋəls/) (Barmen, 28 de novembro de 1820 — Londres, 5 de agosto de 1895) foi um teórico revolucionário alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi coautor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista1 . Também ajudou a publicar, após a morte de Marx, os dois últimos volumes de O Capital, principal obra de seu amigo e colaborador.2
Grande companheiro de Karl Marx, escreveu livros de profunda análise social. Entre dezembro de 1847 à janeiro de 1848, junto com Marx, escreve o Manifesto do Partido Comunista, onde faz uma breve apresentação de uma nova concepção de história, afirmando que:1
“ A história da humanidade é a história da luta de classes. ”


Principal colaborador de Karl Marx, Engels desempenhou papel de destaque na elaboração da teoria comunista, a partir do materialismo histórico e dialético. Nasceu em 29 de novembro de 1820 e morreu em 5 de agosto de 1895. Era mais velho de nove filhos de um rico industrial de Barmen (Alemanha)1 .
Na juventude, fica impressionado com a miséria em que vivem os trabalhadores das fábricas de sua família. Fruto dessa indignação, Engels desenvolve um detalhado estudo sobre a situação da classe operária na Inglaterra. Em 1842, Engels de 22 anos de idade foi enviado por seus pais para Manchester, Inglaterra, para trabalhar para o Ermen e Engels Victoria Mill em Weaste que fazia linhas de costura.3 4 5
Quando estudante, adere a ideias de esquerda, o que o leva a aproximar-se de Marx. Assume por alguns anos a direção de uma das fábricas do pai em Manchester e suas observações nesse período formam a base de uma de suas obras principais: A Situação da Classe Trabalhadora na Inglaterra, publicada em 1845.6
Depois de uma estadia produtiva na Grã-Bretanha, Engels decidiu voltar para a Alemanha em 1844. No caminho, ele parou em Paris para atender Karl Marx, com quem teve uma correspondência anterior2 . Marx estava morando em Paris desde o final de outubro 1843 na sequência da proibição da Gazeta Renana pelas autoridades prussianas governamentais em março de 1843.7
Engels é comumente conhecido como um "partidário tático cruel", "ideólogo brutal", e "mestre estrategista" quando ele veio para purgar rivais em organizações políticas.
Muitos de seus trabalhos posteriores são produzidos em colaboração com Marx, o mais famoso deles é o Manifesto Comunista (1848). Escreveu sozinho, porém, algumas das obras mais importantes para o desenvolvimento do marxismo, como Ludwig Feuerbach e o Fim da Filosofia Clássica Alemã, Do socialismo utópico ao científico e A origem da família, da propriedade privada e do Estado.2
Engels morreu de câncer na garganta em Londres, 18958 . Após a cremação no Crematório Woking, suas cinzas foram espalhadas em Beachy Head, perto de Eastbourne como ele tinha pedido.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ernesto Rafael Guevara de la Serna, conhecido como "Che" Guevara (Rosário, 14 de junho de 19281 — La Higuera, 9 de outubro de 1967)nota 1 , foi um político, jornalista, escritor e médico argentino-cubano4 .
Guevara foi um dos ideólogos e comandantes que lideraram a Revolução Cubana (1953-1959) que levou a um novo regime político em Cuba. Ele participou desde então, até 1965, da reorganização do Estado cubano, desempenhando vários altos cargos da sua administração e de seu governo, principalmente na área econômica, como presidente do Banco Nacional e como Ministro da Indústria, e também na área diplomática, encarregado de várias missões internacionais.
Convencido da necessidade de estender a luta armada revolucionária a todo o Terceiro Mundo, Che Guevara impulsionou a instalação de grupos guerrilheiros em vários países da América Latina. Entre 1965 e 1967, lutou no Congo e na Bolívia, onde foi capturado e assassinado de maneira clandestina e sumária pelo exército boliviano, em colaboração com a CIA, em 9 de outubro de 1967.
A sua figura desperta grandes paixões, a favor e contra, na opinião pública, e converteu-se em um símbolo de importância mundial. Foi considerado pela revista norte-americana Time uma das cem personalidades mais importantes do século XX.5 Para muitos dos seus partidários, representa a rebeldia, a luta contra a injustiça social e o espírito incorruptível.

sexta-feira, 3 de maio de 2013




Uma Nova Forma de Perceber o Mundo
Carta do Chefe Indígena Seattle ao Presidente dos EUA Fraklin Pierce (1854)

Resposta do cacique Seattle ao presidente americano Franklin Pierce (14° presidente americano 1853 – 1857), que tentava comprar as suas terras. Um exemplo sublime de consciência Holística e Ecológica. Uma denúncia à ganância do homem branco, cioso de seu intelecto. Um grito contra a injustiça dos que pensam ter direito sobre a terra, excluindo seus semelhantes e outros seres vivos. Um apelo ao humanismo.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro: o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao [seu próprio] mau cheiro (…)
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se nós decidirmos aceitar, imporemos uma condição: o homem branco deve tartar os animais desta terra como seus irmãos.
O que é o homem sem os animais? Se os animais se fossem o homem morriria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais breve acontece com o homem. Há uma lição em tudo. Tudo está ligado.
Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de vossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com a vida de nosso povo. Ensinem às suas crianças o que ensinamos às nossas: que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra acontecerá também aos filhos da terra. Se os homem cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Disto nós sabemos: a terra não pertence ao homem, o homem é que pertence à terra. Disto sabemos: todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.
O que ocorre à terra ocorrerá aos filhos da terra. O homem não teceu a teia da vida: ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizermos ao tecido, fará o homem a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos ( e o homem branco poderá vir a descobrir um dia): Deus é um só, qualquer que seja o nome que lhe dêem.
Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir a terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e a sua compaixão é igual para o homem branco e para o homem vermelho. A terra lhe é preciosa e ferí-la é desprezar seu Criador. Os homens brancos também passarão; talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a essa terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam domados, os recantos secretos das florestas densas são impregnados do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam. Onde está o arvoredo? Desapareceu. Onde está a água? Desapareceu. É o final da vida e o início da sobrevivência.
Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Esta idéia nos parece um pouco estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?
Cada pedaço da terra é sagrado para o meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho…
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhe vendermos a terra, vocês devem ensinar às suas crianças que ela é sagrada, e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida de nosso povo. O murmúrio das águas é a voz dos meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhe vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar para seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra tudo que necessita. A terra, para ele, não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, extraindo dela o que deseja, prossegue o seu caminho. Deixa para trás os túmulos  de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa… Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei… Nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez porque o homem vermelho seja um selvagem e não compreenda.
Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de de folhas na primavera ou o bater de asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreenda. O ruído parece somente insultar os ouvidos. E o que resta de um homem, se não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou o homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurnal ou perfumado pelos pinheiros…
Passou-se a poucos dias o dia do trabalhador, realmente uma grande conquista para a classe, mas nao foi bem seguido a ideia central aki no Brasil pois ao inves de seguir os exemplos dos outros paises:
Nas Filipinas, os manifestantes queimaram cartazes com fotos do presidente dos EUA, Barack Obama,  e do presidente das Filipinas, Benigno Aquino III.
Em Seul, trabalhadores sul-coreanos exigiram em manifestação melhores condições de trabalho e que as empresas parem de usar funcionários temporários.
Em Istambul, turcos entraram em confronto contra a polícia durante os protestos.
Em Taiwan, trabalhadores protestaram contra os planos do governo de cortar os pagamentos de pensão, com o objetivo de aliviar o agravamento dos problemas fiscais do país.
Nao na verdade aqui no  Brasil houve foi festas, patrocinadas por quem? O governo, hum normal ne?
Mas voce sabe a origem do dia do Trabalhador?
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Sabiam meus camaradas que ja houve uma provincia anarquista no Brasil?
pois e, isso foi na epoca de Dom Pedro II e nao nos e divulgado ate hoje. Abaixo esta a foto e a historia dessa singela provincia.
Em finais do século XIX Milão despontava, no panorama artístico europeu, pela grandiosidade de seu teatro, por sua vivência cultural e pelo requintado gosto de seu povo. Neste contexto, Giovani Rossi expunha idéias arrojadas a ouvintes atentos. Em conferências e artigos semanais no jornal Lo Sperimentale, de Bréscia, notabilizava-se por seu humanismo e alta compreensão dos problemas sociais dos artesãos, professores e lavradores da região onde vivia. Filósofo anarquista, pronunciava palestras a ouvidos atentos.
D. Pedro II, graças à sua doença, é aconselhado pelos médicos a se tratar na Europa, e depois de várias escalas chega a Milão, em 29 de abril de 1888. Por intermédio do conde de Mota Maia, o Imperador tem conhecimento da obra Il Commune in Riva al Mare, de Rossi, e mostra-se interessado pelo conteúdo humano de seus escritos - que descreviam uma hipotética experiência anarquista em país americano, onde individualismo livre só cederia ao coletivismo se estivesse totalmente impregnado de egoísmo, onde o ideal de liberdade suporia amor livre, inexistência da propriedade privada, ausência de qualquer dogmatismo. Já em agosto, após o regresso ao Brasil, D. Pedro II escreve ao jovem professor, oferecendo-lhe oportunidade de efetivar, na região Sul brasileira, na Província do Paraná, a objetivação de seu ideal. 
Servindo-se do semanário Lo Sperimentale, de Bréscia, Rossi incitou intelectuais, obreiros e lavradores, à viagem experimental. Não descansava, propagando o anarquismo. Freqüentando sedes de corporações operárias, aconselhando lavradores pressionados pelos desajustes econômicos da Itália, animando os temerosos, foi engrossando o número de interessados. Pequenos artesãos e intelectuais aderiram facilmente à idéia, alguns e outros desiludidos com as lutas cansativas pela unidade política italiana. Foram sensíveis, desta forma, aos acenos de uma terra nova, com múltiplas possibilidades de uma vida nova. Trezentos alqueires de terras - mais do que poderiam obter em qualquer região da Itália - pareciam mais do que suficientes para que aquelas famílias pudessem buscar a aplicação prática de seus ideais.
Em 20 de fevereiro de 1890 zarparam em Gênova cerca de 150 anarquistas italianos. Chegando ao planalto dos campos gerais, instalaram-se no que seria o núcleo Cecília em abril de 1890.
O obstáculo com que se defrontou, inicialmente, o núcleo anarquista foi o da organização para o trabalho. Os componentes da imigração vinham precedidos de vocações profissionais, afirmadas em tradições seculares. Giovanni Rossi pressentia naquele instante que até mesmo lavradores sentiriam dificuldades, acostumados a outro tipo de solo. O caso dos artesãos se tornava ainda mais complicado, sendo que a solução encontrada foi justamente dar-lhes tarefas aproximadamente similares às suas profissões. Concluídas as habitações individuais e coletivas, dividido racionalmente o trabalho, entre o contingente de mais de 150 pessoas, os anarquistas se depararam com um fato real: o milho, produto ideal para o cultivo naquelas circunstâncias, não nasce da noite para o dia. No começo, tiveram condições de subsistirem e laborarem a terra graças ao dinheiro que trouxeram, aos instrumentos de trabalho que adquiriram e à compra de sementes e mantimentos. No entanto, viram-se obrigados, mais tarde, a procurar tarefas que lhes proporcionassem o sustento até que pudessem viver tão somente das atividades do núcleo. Os anarquistas concentrados, uns na lavoura, outros em empreitadas contratadas junto ao governo para a construção da estrada de rodagem Serrinha-Santa Bárbara, recebiam salários semanais que auxiliavam os companheiros da Colônia. No suor de cada dia, os anarquistas plantaram mais de oitenta alqueires de chão, na área em que lhe foi cedida, mais dez quilômetros de estrada construíram, em época onde inexistiam possantes máq uinas, nem tratores, muito menos guindastes de transporte de terras para ajudar. Um barracão coletivo, vinte barracões individuais, celeiros, casa da escola, moinho de fubá, tanque de peixes, pavilhão coletivo, que também servia de consultório médico, viveiro de mudas, poços, valos, pomar de pêr as, estábulos, grande lavoura de milho, tudo denunciava dinamismo. Proporcionalmente ao suor do trabalho cresceu o respeito recíproco e puderam as famílias, na colônia e fora dela, assentar profundas raízes de solidariedade humana.
De princípio, em 1890, a estratificação social não chegou a ser perceptível no interior da Colônia, porque tudo precisava ser feito e todos queriam fazer, dentro das possibilidades pessoais e grupais. Chefias e subordinações eram substituídos por estímulos constantes e recíprocos que entre si faziam seus membros. No entanto, os colonos não puderam manter-se afastados das condições existenciais das comunidades, próximas e distantes. Com elas interaram-se os anarquistas, através de ligações comerciais e espirituais. A imprescindível compra de trigo, fubá, feijão, carne, implicou em revisões de conceitos teorizantes de anarquismos, e a estratificação social se fez. Diferente, sem dúvida, daquela maior, avassaladora, fundamento das comunidades rurais brasileiras, a estratificação que se observava nos campos gerais, feita de rígida hierarquia social, a qual se sentia e ainda se sente - prepoderância de elos de dependência da grande massa de trabalhadores a limitado número de proprietários rurais. Quando a assembléia precisou delegar responsabilidades a alguém para gerir todo o dinheiro do núcleo, criou um estrato que seria, mais tarde, responsável em grande parte pelo fracasso da experiência. Contudo, é importante destacar que tal estratificação complementou-se com convenção objetiva, determinada pela aceitação e consenso geral.
Entregues à agricultura, à edificação de casas, às tarefas educacionais, os anarquistas não dispunham de maior oportunidade de relacionamento com o meio externo. O núcleo consumia-lhes toda a atenção, e mostravam euforia nas ocupações. Giovani Rossi inicialmente supunha que a área de trezentos alqueires reservada à Colônia possuísse uma superfície bem delimitada, vizinhos conhecedores de seus direitos e respeitadores das confrontações estabelecidas. Sem a posse dos documentos que comprovassem a propriedade foi, no entanto, surpreendido por um terreno inculto, não medido, de vizinhos inconscientes do que lhes pertencia e, ainda, com o regime imperial extinto em nome da República. Diante de tal conjuntura, desinteressou-se de fazer gestões para medir, transferir domínio ou qualquer relação jurídica com a propriedade. Nela simplesmente viveria com seus companheiros; trabalhariam os campos, fariam riquezas comuns, levantariam edificações comuneiras, oficinas, escolas, uma colméia de trabalho e de satisfações espirituais. Não contava desta forma com uma pol ítica de concessão de terras, com os favores oficiais e com um processo pol ítico interno que buscaria reorientar a administração. 
Nesse caso observa-se que uma mudança no regime politico de um pais  nao pode começar aos poucos em areas isoladas pois o fantasma da ganancia e do capitalismo acaba por corromper o espirito do anarquismo mutuo.



Depois de muito tempo sem postar nada (um mes 0_0) eu voltei, tive problemas pessoais aki esse foi o motivo da parada subita, mas pretendo nao parar mais intao que começe o protesto novamente.
Marx foi o segundo de nove filhos2 , de uma família de origem judaica de classe média da cidade de Tréveris, na época no Reino da Prússia. Sua mãe, Henriette Pressburg (1788–1863), era judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1777–1838), um advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público, quando Marx ainda tinha seis anos.3 Seus irmãos eram Sophie (1816-1886), Hermann (1819-1842), Henriette (1820-1845), Louise (1821-1893), Emilie (1824-1888 - adotada por seus pais), Caroline (1824-1847) e Eduard (1826-1837).
Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris, ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na Universidade de Bonn para estudar Direito, transferindo-se no ano seguinte para a Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, cuja obra exerceu grande influência sobre Marx, foi professor e reitor.3 Em Berlim, Marx ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado por Bruno Bauer. Ali perdeu interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do movimento dos Jovens Hegelianos. Seu pai faleceu neste mesmo ano.3 Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as "Diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro".3 Impedido de seguir uma carreira acadêmica,4 tornou-se, em 1842, redator-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), um jornal da província de Colônia;5 conheceu Friedrich Engels neste mesmo ano, durante visita deste a redação do jornal.3
Pensamento
Durante a vida de Marx, suas ideias receberam pouca atenção de outros estudiosos. Talvez o maior interesse tenha se verificado na Rússia, onde, em 1872, foi publicada a primeira tradução do Tomo I d'O Capital. Na Alemanha, a teoria de Marx foi ignorada durante bastante tempo, até que em 1879 um alemão estudioso da Economia Política, Adolph Wagner, comentou o trabalho de Marx ao longo de uma obra intitulada Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. A partir de então, os escritos de Marx começaram a atrair cada vez mais atenção.15
Nos primeiros anos após a morte de Marx, sua teoria obteve crescente influência intelectual e política sobre os movimentos operários (ao final do século XIX, o principal locus de debate da teoria era o Partido Social-Democrata alemão) e, em menor proporção, sobre os círculos acadêmicos ligados às ciências humanas – notadamente na Universidade de Viena e na Universidade de Roma, primeiras instituições acadêmicas a oferecerem cursos voltados para o estudo de Marx.15
Marx foi herdeiro da filosofia alemã, considerado ao lado de Kant e Hegel um de seus grandes representantes. Foi um dos maiores (para muitos, o maior) pensadores de todos os tempos, tendo uma produção teórica com a extensão e densidade de um Aristóteles, de quem era um admirador. Marx criticou ferozmente o sistema filosófico idealista de Hegel. Enquanto que, para Hegel, da realidade se faz filosofia, para Marx a filosofia precisa incidir sobre a realidade. Para transformar o mundo é necessário vincular o pensamento à prática revolucionária, união conceitualizada como práxis: união entre teoria e prática.
A teoria marxista é, substancialmente, uma crítica radical das sociedades capitalistas. Mas é uma crítica que não se limita a teoria em si. Marx, aliás, se posiciona contra qualquer separação drástica entre teoria e prática, entre pensamento e realidade, porque essas dimensões são abstrações mentais (categorias analíticas) que, no plano concreto, real, integram uma mesma totalidade complexa.16
O marxismo constitui-se como a concepção materialista da História, longe de qualquer tipo de determinismo, mas compreendendo a predominância da materialidade sobre a ideia, sendo esta possível somente com o desenvolvimento daquela, e a compreensão das coisas em seu movimento, em sua inter-determinação, que é a dialética. Portanto, não é possível entender os conceitos marxianos como forças produtivas, capital, entre outros, sem levar em conta o processo histórico, pois não são conceitos abstratos e sim uma abstração do real, tendo como pressuposto que o real é movimento.17
Karl Marx compreende o trabalho como atividade fundante da humanidade. E o trabalho, sendo a centralidade da atividade humana, se desenvolve socialmente, sendo o homem um ser social. Sendo os homens seres sociais, a História, isto é, suas relações de produção e suas relações sociais fundam todo processo de formação da humanidade. Esta compreensão e concepção do homem é radicalmente revolucionária em todos os sentidos, pois é a partir dela que Marx irá identificar a alienação do trabalho como a alienação fundante das demais. E com esta base filosófica é que Marx compreende todas as demais ciências, tendo sua compreensão do real influenciado cada dia mais a ciência por sua consistência.18